Chego no banco e aguardo a minha vez. A atendente, de voluptuosos seios que arfam por um generoso decote, então me chama.
Ao me receber, estranha o meu olhar baixo. Então me questiona: tudo bem?
Respondo: seu lindo colo me constrange.
A vontade – responde ela, num tom vazio de caixa de banco, como se solicitasse para digitar a senha no teclado.